terça-feira, 30 de junho de 2009

dias de luta, dias de glória...

Tem dias que rendem, tem dias que não. Tem dias que tudo tá calmo, tem dias que não. Tem dias que parece que nada se encaixa, tem dias que não. Tem dias em que eu tenho certezas, tem dias que não.
Eu poderia ficar horas e horas aqui escrevendo: "Tem dias que ..., tem dias que não", mas esse não é meu objetivo de hoje.
Falando em hoje, hoje foi um dia que rendeu. Um dia em que eu fui feliz, claro que ele poderia ter sido melhor, mas foi um dos melhores das últimas semanas. Umas notas boas, que compensaram umas ruins... Um dia com amigos, uma acalmada nos nervos, um telefonema, umas palavras que eu precisava ouvir, um abraço sincero, uma visita inesperada, uma série de coisas simples que realmente fazem a diferença...
(In)felizmente não são todos os dias assim... Tem dias que ganhamos, que perdemos, que choramos de alegria. Que agimos imaturamente de propósito, que fazemos coisas apenas por fazer, que sabemos por amor nas coisas e deixá-las melhores.
Busque a cada dia uma evolução, não importa o tamanho dela, mas evolua. Ensine, aprenda, pratique... (In)voluntariamente caminhamos, passo a passo diariamente rumo a perfeição.
Se nem tudo deu certo hoje, amanhã ou depois... dará! O segredo é acreditar. Insistir, persistir e nunca desistir.
Falar é fácil, to vendo por mim... Falo isso de acreditar, persistir e tal, mas não consigo fazer isso sempre. E é nisso que estou focando a minha evolução diária. A partir de hoje está mais fácil, uma vez que com recursos acupunturísticos (essa foi horrível !) meus ânimos já se reergueram. Quero mantê-los assim, o máximo possível. Faz bem para mim, e eu estando bem, sinto que transmito esse 'bem' para as outras pessoas.
[off]Nossa, eu divago de mais... Começo falando de uma coisa e termino em outra. Ah, quem se importa? Isso aqui não são MEUS pensamentos? Coloco-os na ordem em que eles vêm. E na ordem que eu quero também.[/off]
Mas, então, voltando a questão da luta, da glória... Há dias em que ganhamos, outros em que perdemos. Lembre mais das vitórias, elas darão vontade de continuar... As derrotas, tentamos esquecer... Não que seja possível, mas é melhor tentar. Não existe vitória sem luta, só passando pelos obstáculos é que se chega ao podium!


Deixo um trecho de música pra encerrar :
' é necessário sempre acreditar que o sonho é possível, que o céu é o limite e que você é imbatível '
Não tenho certezas sobre meus sentimentos. Uns sentimentos que gosto de sentir, me fazem sentir culpada e uns que eu não gosto, ou pelo menos não deveria gostar, não me deixam com peso na consciência.
É muito difícil saber como agir, se antes de agir eu devo refletir. E durante essa reflexão meus sentimentos se misturam e se confundem de uma forma que não tem como separá-los. Um 'brainstorm' sem fim, um 'ser ou não ser' infinito. Uma loucura, uma neura, uma obsessão. Desejo incontrolável de provar para os outros de que eu sou capaz, que eu consigo atingir as minhas metas. Vontade de roubar certas atenções inteiramente pra mim. Egoísmo, carência, falta de controle? Talvez... Eu só queria saber o porquê.... Porque de tantos sentimentos juntos, porque tanta confusão?
Por que simplesmente não seguir o certo, o simples, o normal? Porque, muitas vezes, correr alguns riscos é bem mais divertido e emocionante. O problema é que depois sempre vem o arrependimento e os ' e se... '. Consciência pesada, por esses sentimentos, ultimamente tem me rendido boas risadas. Analisando a forma patética como ajo em determinadas situações. Eu acho que demonstro coisas que não poderia, na verdade, que não gostaria de demonstrar. Talvez não demonstre, seja só uma impressão.
Nessa confusão de vontades, uma que sempre me ocorreu é a de saber o que as pessoas sentem por mim. Porque, dessa forma, eu saberia como agir melhor. Para demonstrar melhor OU NÃO tudo que sinto. Mas claro, que dentre essas pessoas, tem as selecionadas, aquelas que eu realmente preciso saber como se sentem a meu respeito. Mas não tem como né?
Então eu sigo só imaginando, avaliando pelo olhar, pelo jeito de falar, pelas atitudes e assim tentando formar opiniões. Se isso vai me levar a algum lugar? Provavelmente não, mas é algo legal de se fazer, eu diria até interessante. Inútil com certeza, mas é quase um vício!
E assim vai, aos poucos vou me revelando. Contando entre interjeições e reticências os mais variados pensamentos que tenho.

Quanto vale?

Segundo uma música, todo mundo tem seu preço. Mas esse preço é uma constante? Ele é sempre o mesmo pra tudo que te propõem?
Quanto vale sua palavra? Quanto vale sua fidelidade? Quanto vale sua honestidade?
Pra que colocarmos preços pra provar ou não nossa moral? Óbvio que ninguém é infalível, mas... por dinheiro?
E, sinceramente, tudo tem seu preço? Você mudaria seus valores, suas vontades, a si mesmo apenas por status? Até onde você iria? O que você arriscaria?