quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
É difícil traduzir sentimentos em palavras.
Não me recordo se já iniciei um ano tão bem, tão confiante, tão em paz. Em 2016 passei por um processo profundo, complexo e surpreendente de autoconhecimento. - fato curioso foi ter passado por esse ano peculiar sem ter feito postagens aqui -. Me entender, me ver, me aceitar e me amar pelo que eu realmente sou e não pelo que eu tenho ou pelo que esperam de mim. Essa nudez interior é, num primeiro momento, assustadora. Abertura integral e exposição para uma análise sincera exige coragem. Mas, conforme se avança (e se amadurece), liberdade e desprendimento irrompem, seguidos de paz e tranquilidade.
Entendo que é questão de organização, de prioridades, de maturidade. É a segurança e certeza de seguir no caminho correto, porém não chega a ser autoconfiança. São bons pressentimentos aliados a uma força de vontade que eu não sei dizer exatamente a origem.
A ordem "tome posse" foi intensa e constante e, aparentemente, o fiz.
Novos começos são sempre bons. Novas chances, novas oportunidades.
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